PROICSA: POLÍTICA PÚBLICA DE MELHORIA DE FRENTES DE COLHEITA DE COOPERATIVAS DE PEQUENOS(AS) CANAVIEIROS(AS) DE TUCUMÁN (2014-2017)

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  • Tipo: Experiências Sistematizadas
  • Região: Gran Chaco Americano
  • Idiomas: Português
  • Identidade: Juventude
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Na Argentina, a província de Tucumán representa 70% da produção de açúcar no país. Essa província conta com mais de 4.500 pequenos(as) canavieiros(as), dos quais cerca de 40% estão organizados(as) em cooperativas para poder enfrentar melhor os diferentes desafios da produção de baixa escala: dependência de terceiros para a colheita e processamento da cana; limitações para acessar variedades de cana de maior rendimento e para alcançar o melhor rendimento das variedades disponíveis; deficiências em infraestrutura; e dificuldades para manter gestão da cooperativa. Entre 2013 e 2017, o Ministério de Agroindústria da Nação impulsionou uma política pública para incrementar a produtividade e promover uma melhor integração das cadeias de valor do setor sucroalcooleiro: o Programa para Incrementar a Competitividade do Setor Açucareiro (PROICSA) do NOA (noroeste argentino). O componente V do PROICSA esteve orientado às cooperativas de pequenos(as) produtores(as) canavieiros(as), que, através desta via, receberam ferramentas, equipamentos, fundos para infraestrutura, capacitação em uma variedade de aspectos da produção açucareira, gestão cooperativa e o estabelecimento de vínculos com instituições do sistema científico-tecnológico. Nesta sistematização, será abordado o PROICSA, com foco em um caso concreto e aplicação: a Cooperativa “La Esperanza”. Esta cooperativa está formada por trinta pequenos(as) produtores(as) de cana-de-açúcar da zona El Cortaderal (localidade de Leales, província de Tucumán). A implementação do componente V do PROICSA obteve resultados significativos na sua implementação, mas nos últimos anos, estes resultados foram afetados devido ao cenário complexo derivado da crise econômica e da pandemia do Covid-19. No entanto,trata-se de uma política pública que permite insumos para pensar em estratégias sistêmicas para a agricultura resiliente ao clima.